organização
As sete regras de organização
Sete regras para organizar um espaço de trabalho. O que me interessa nelas é que quase nenhuma fala sobre arrumar — falam sobre desenhar o espaço de um jeito que a desordem não volte.
Tudo tem um lar fixo
Cada item precisa de um lugar delimitado e permanente para onde volta depois do uso. Case o tamanho do recipiente com a escala do item: coisas pequenas em compartimentos dedicados, divisórias modulares nas gavetas. E aproveite o espaço vertical das paredes — French cleats, painéis perfurados, prateleiras.
Não sacrifique área de trabalho por armazenamento
A bancada é espaço sagrado de produção, não prateleira de bugigangas nem de suprimento. Só fica sobre a superfície o equipamento de uso constante, aquele que viabiliza o trabalho — e de preferência nas bordas.
A proximidade segue a prioridade
Organize pelo fluxo de uso, não só por categoria de objeto. O que é usado com mais frequência ocupa o ponto de acesso mais fácil e imediato.
Desapego
Ao devolver os itens ao lugar, pergunte com honestidade quando vai usar cada um. O que não foi usado nem visto no último ano sai: descarte ou doação.
A visibilidade supera a memória
Etiquete tudo o que não estiver imediatamente visível. Confiar na memória custa tempo revirando gaveta e caixa.
Um movimento é melhor que dois
Elimine barreiras no acesso ao que se usa todo dia. Prateleira aberta é mais ágil que gaveta; evite caixa fechada dentro de gaveta. Em prateleira de frascos ou tintas, use fileira única, para não precisar remover os da frente.
Projete para ter flexibilidade
O ambiente muda quando chegam materiais e projetos novos. Divisórias e módulos ajustáveis se adaptam ao longo do tempo — sem eles, a desordem volta na primeira mudança.
Fonte: The 7 rules of organization — canal Müjin.